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Há exatos 40 anos, em 24 de fevereiro de 1983, a Peugeot lançou o hatch 205. Produzido até o ano de 1998, o Peugeot 205 foi um marco na história da fabricante de automóveis francesa. Deu origem à atual linhagem de compactos urbanos da Peugeot, teve versões esportivas que cativou fãs e ainda fez bonito no lendário “Grupo B” do Campeonato Mundial de Rali.  

A história do Peugeot 205 começa com o membro do conselho de administração, Jean Boillot, que no final da década de 1970 surgiu com o projeto de um novo carro pequeno que iria além do conceito de carro urbano de seu predecessor, o Peugeot 104) e seria capaz de ser mais confortável na cidade quanto nas estradas rurais, capaz de transportar uma pequena família.  

Ao contrário de outros modelos da marca na época, o Peugeot 205 não foi desenhado por Pininfarina, mas por estilistas que venceram o concurso interno. Segundo a marca, foi um projeto que inaugurou alguns sinais distintivos que seriam encontrados em futuros Peugeot, por exemplo, a grade com barras horizontais e a faixa entre as luzes traseiras. 

Tecnicamente, o Peugeot 205 foi o primeiro carro da marca a adotar barras de torção na traseira. A gama de motores (quatro a gasolina e um diesel) variava de 45 a 200 cv de potência. Também foi o primeiro carro a receber os motores XU: o motor a diesel XUD7 de quatro cilindros com 1.769 cm³ desenvolvia 60 cv, que fez dele o primeiro compacto francês a diesel. e, na transmissão, havia opção de câmbio automático. 

Foto: divulgação/Peugeot

Foto: divulgação/Peugeot

 

História nos ralis e nas ruas 

Em 1984 surgiram os modelos GTI de 105 cv e Turbo 16. Este último marcou a entrada da Peugeot no “Grupo B” do Campeonato Mundial de Rali, onde venceu logo em seu ano de estreia. Nos dois anos seguintes, o Peugeot 205 Turbo 16 conquistou o título mundial de construtores e também de pilotos, com Timo Salonen (1985) e Juha Kankkunen (1986). 

O ano de 1986 é crucial para a história do 205. Primeiro, foram as versões GTI de 115 e 130 cv, que fizeram o modelo ser adorado por entusiastas da época. Depois, foi lançado o Peugeot 205 Cabriolet, versão conversível – esta sim – desenhada por Pininfarina e produzida até 1995. 

Ao final de 1986, a FIA acabou com o “Grupo B” por questões de segurança. Então, o Peugeot 205 T16 foi especialmente adaptado para o Rali Paris-Dakar, onde ganhou em 1987 e 1988, primeiro com Ari Vatanen e depois com Juha Kankkunen. 

 Em 1998, após 15 anos e 5.278.050 unidades produzidas, o Peugeot 205 saiu de linha para a entrada do Peugeot 206, que seguiu as bases do projeto, assim como o 207 e, hoje, o Peugeot 208. 

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